Não me olhe como se eu fosse uma flor errada. O errado não existe, e dizer isso não é errado. O que existe em mim afinal? Apenas a sensação de estar errada no seu olhar. Olhar. Você olha e eu vejo uma prova. Provação. Aprovação. Reprovação. Provocação. A flor errada, aqui estou eu. Vou procurar um psicopata, para curar as minhas lamúrias particulares, e aí sim salvarei o mundo.
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Postado por: perséfone às 20h30
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