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violões envelhecidos destoam de nossa balada.Moribundo esse meu amor.Absurdo esse teu distrair. Atrevido esse meu escrever. Um, dois ou três dias de desapique me deixaram numa tontura que me faz querer descer do mundo. Descer, sair ou quem sabe acabar de vez com a disritmia que toca no compasso de meu peito. Uma rosa daquelas bem vermelhas enfeitam o meu ser de cima à baixo. Uma tulipa brota de minha boca, assim também vermelha. Uma gérbera toca meu peito por dentro. E eu? Inseto que sou em volta da lâmpada de repente saio desse perímetro para que a raiva desapareça e eu acabe sucumbindo ao teu brilho de novo. Este sol, Teresina, é só por você. Amêndoas e cajus, abóboras e melancias enfeitam a mesa do jantar onde eu me preocupo em nascer e morrer. Mote, kissability.

Ratoeiras presilhas e marfim vão estar em meu novo colar de pérolas , bem no meio de mim essas palavras disconexas nascem , tais quais as notas que saem dos violões envelhecidos que tocam e destoam à tôa da nossa balada.

eu não te peço nada além do que sou,...me guarde. Ama , quer e chama de Baudelaire!!!



- Postado por: perséfone às 00h13
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O amanhecer disconexo de minhas aventuras me faz nostálgica. Mas o presente me faz presente! Em sílabas tolas. Em palavras novas que nascem assim...como direi? Ah! Chega de tentar explicar sentimentos...é desencanto, desagravo, desapique,...O sentimento não se traduz.

- Postado por: perséfone às 10h30
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