



Devaneio após de devaneio as folhas vão sendo esmagadas pelos sentimentos de uma vida conturbada. Ela escreve de um modo movediço. Ela não entende bem, apenas sabe que se não escrever poderá sucumbir a uma loucura racional. A razão não prevalece "sou trezentos e cincoenta"...Dissonante numa decadência eletrônica ela sobe à sua subconsciência, ajoelha e reza para que não caia nunca no amadurecimento.
É melhor ser sempre verde, assim experimental.
Olhos, se fechem!